Piçarras em alta: Temporada ou Moradia fixa, qual modelo rende mais para o seu investimento?
Balneário Piçarras vive um dos seus melhores momentos no mercado imobiliário. O município, nos últimos anos registrou valorização anual de até 30% em imóveis frente-mar, tornou-se destino certeiro para investidores que procuram não apenas qualidade de vida, mas também rentabilidade acima da média.
Diante desse cenário, uma dúvida recorrente surge entre nossos clientes investidores, e tornou-se tema deste post. Afinal, é mais vantajoso alugar um imóvel por temporada ou optar pela locação de longo prazo?
A resposta exige olhar para os números reais e entender como cada modelo impacta no retorno sobre o investimento.
Iniciamos pelo aluguel de longo prazo: Previsibilidade acima de tudo
Vamos considerar como exemplo um apartamento de dois quartos, bem localizado e próximo à praia, com valor de aquisição em torno de R$ 1,2 milhão, este modelo de imóvel pode render em média R$ 4,5 mil por mês em contratos de moradia fixa. No acumulado do ano, estamos falando em uma receita de cerca de R$ 54 mil.
De todo modo devemos considerar todos os cenários, e os custos não podem ser ignorados: Condomínio, IPTU, manutenção e administração consomem algo próximo de R$ 29,5 mil por ano. No fim das contas, o investidor coloca no bolso algo em torno de R$ 24,5 mil líquidos, o que representa um retorno de aproximadamente 2% ao ano sobre o valor do imóvel.
E qual a vantagem?
Estabilidade! O fluxo de caixa é previsível, o desgaste do imóvel é menor e a gestão do contrato é simples. Para perfis conservadores, preferimos este modelo, considerando uma estratégia confortável.
Já em um outro cenário, temos o aluguel de temporada: retorno maior, mas com riscos
Se esse mesmo imóvel do exemplo anteriormente citado for colocado no mercado de temporada, os números mudam de patamar. Na alta estação, diárias podem ultrapassar os R$ 450, e mesmo na baixa não é raro encontrar tarifas médias de R$ 200. Considerando uma ocupação anual razoável, esse imóvel pode gerar uma receita bruta consideravelmente maior, em torno de R$ 103 mil por ano.
Em contrapartida, no outro lado, os custos também sobem: limpeza recorrente, taxas de plataformas digitais, mobiliário premium e maior manutenção pesam na conta. Ainda assim, após descontar essas despesas, o investidor teria uma receita líquida em torno de R$ 41,4 mil ao ano, alcançando um ROI próximo de 3,5%.
Ou seja: quase 70% a mais de retorno do que a locação tradicional.
Mas o bônus vem acompanhado de riscos: vacância fora da temporada, maior esforço de gestão, volatilidade na receita, dentre outros pormenores.
O contraste é claro. O aluguel fixo oferece menos rentabilidade, mas compensa pela segurança e previsibilidade. Já o aluguel por temporada exige mais dedicação, aceita maior grau de risco, mas entrega um retorno significativamente mais alto.
Ainda assim, não é só isso. Além do retorno com a renda passiva, há um fator que não aparece diretamente no cálculo: a valorização do ativo.
Em Piçarras, a valorização pode ser tão ou mais relevante que a renda anual.
Isso significa que, no longo prazo, o investidor pode lucrar tanto com a operação do imóvel quanto com o ganho de capital na revenda.
A essencia de tal análise, nos leva a seguinte questão: E ai, em qual time você joga? Segurança e Tranquilidade ou rentabilidade com emoção?
Time Segurança e Tranquilidade
Se você é do tipo que gosta de dormir sem preocupações, com dinheiro caindo certinho todo mês na conta, sem surpresas e sem dor de cabeça… o aluguel de longo prazo é a sua praia. Pense nele como aquele amigo certinho, que nunca falta no churrasco e sempre paga a parte dele.
Time Rentabilidade e Emoção
Agora, se você é do tipo que gosta de emoção, não tem medo de altos e baixos e está disposto a colocar a mão na massa (ou contratar alguém que faça isso por você), o aluguel por temporada é perfeito. Ele é aquele amigo aventureiro: às vezes some uns dias, mas quando aparece, traz sempre algo de valor considerável.
Investindo na região de Piçarras, ambos os modelos funcionam — mas a escolha depende do perfil de risco que você pretende assumir. Enquanto o aluguel fixo é mais estável, a temporada pode entregar quase o dobro de retorno líquido, com a ressalva de exigir mais gestão.
O ponto comum entre os dois cenários é um só: a valorização imobiliária da cidade continua sendo o maior atrativo. E, seja qual for a estratégia escolhida, o investidor que entra hoje no mercado de Piçarras tem grandes chances de colher frutos generosos no futuro. Afinal de contas, você lembra como iniciou a valorização de Balneário Camboriu e Itapema?
Pois é...
Converse com a gente, e saiba mais sobre as possibilidades.
J. Antunes
ESPLENDORE NEGÓCIOS IMOBILIÁRIOS.
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